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Enxerto ósseo para implante dentário é necessário quando o paciente não tem uma estrutura óssea adequada para que receba o implante dentário. Essa necessidade existe quando o dente é perdido e o osso ao redor do dente é atrofiado, o que faz com que o osso fique mais fino com o tempo, o que acarreta que a colocação do implante dentário seja praticamente impossibilitada. Então, se torna necessário um procedimento cirúrgico para que se recrie o osso perdido, que é chamado de enxerto ósseo.

Os pacientes antes da instalação dos implantes dentários, precisam passar por um cirurgia para enxertar osso, para que aumente a altura ou espessura do osso onde for ser feita a cirurgia, o que torna possível a colocação do implante. Depois da cirurgia de enxerto ósseo, é preciso passar um período de cicatrização que é de seis a doze meses.

Há três tipos de enxertos ósseos: Autógenos, Homogêneos, Alógenos. Os enxertos autógenos (tecido ósseo próprio) precisam de seis a nove meses de integração e utilizam tecido ósseo de algumas regiões da mandíbula. No caso de necessitar de maior reconstrução, pode ser necessária uma cirurgia ortopédica para retirar tecido ósseo da crista ilíaca ou da calota craniana.

Os enxertos homogêneos (banco de tecidos humanos) também tem uma integração que varia de seis a nove meses e usa tecido ósseo do Banco de Tecidos Humanos do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Os enxertos ósseos alógenos (matriz bovina) tem período de integração de nove a doze meses e usa matriz óssea de origem sintética ou bovina de maneira isolada ou misturada ao tecido ósseo autógeno.